A vítima é Cláudia Lúcia Sanches Coelho, de 52 anos. Segundo o boletim de ocorrência, Guardas Civis Municipais foram acionados para dar apoio a uma unidade de resgate do Samu, que estaria prestando atendimento numa residência no bairro Cidade Nova, em São José do Rio Preto.

A informação é de que a equipe estaria sendo hostilizada durante o atendimento, fato não confirmado pelos GCM ao chegarem ao local. A enfermeira do Samu disse que a equipe tentou reanimar a vítima, mas ela não resistiu. O médico do Samu decidiu encaminhar o corpo para o IML, visto que a vítima apresentava algumas lesões.

A equipe da GCM viu que o corpo da mulher estava na cama, com manchas de sangue no lençol, travesseiro, no chão e nas paredes. O local foi preservado até a chegada da equipe de perícia.

Quem acionou o SAmu foi uma vizinha, identificada como Priscila. A vítima estava acompanhada de outro vizinho, Alexandre, quando passou mal. Alexandre relatou que foi até o apartamento da vítima, pediram comida e em certo momento, Cláudia foi até o banheiro, porém passou mal, desmaiou e bateu a cabeça. Alexandre a ajudou e colocou a vítima sentada no vaso sanitário. Em seguida ele retornou para o quarto de Cláudia.

Ela, quando saiu do banheiro, passou mal novamente, desmaiando. Alexandre a colocou na cama e pediu socorro para Priscila. Enquanto ele tentava reanimar a vítima, Priscila chamou o namorado, Wilson, para ajudar a prestar socorro.

Como não conseguiram reanimar a vítima, Priscila chamou o Samu, que esteve no local e também não conseguiu fazer a reanimação de Cláudia. Alexandre disse que o sangue no local era porque a equipe do Samu tentou pegar uma veia dela, mas o sangue vazou, e como tinham muitas pessoas no local, o sangue acabou sendo pisoteado.

Sobre uma bermuda com sangue, encontrada na lavanderia, Alexandre disse que dias antes Cláudia caiu no apartamento. Ele a socorreu e inclusive ajudou a colocar as roupas na lavanderia. Segundo ainda o boletim de ocorrência, Alexandre sempre ajudava a vítima, que teria depressão e fazia uso excessivo de bebida alcoólica.

A perícia constatou que não havia sinal de luta corporal. O corpo foi levado para o IML.


Gazeta.com.br

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